a autoridade da inovação acredita que são as pessoas as precursoras da inovação. neste sentido, partindo de um contexto de excesso de informação, este espaço procura regular (editar) e partilhar o que de melhor acontece na inovação especialmente na comunidade de países língua portuguesa.

na inovação, pretendemos valorizar projectos, ideias, iniciativas, trajectórias e pessoas que pela excelência, diferenciação ou experimentação se destaquem no contributo para a mudança da sociedade portuguesa e lusófona.

finalmente, salientamos que a edição dos posts tem como objectivo que estes sejam simples, efectivamente lidos e que estimulem os comentários e partilha.

como o fazer?

1. formato

  • texto;
  • imagem;
  • vídeo;
  • aúdio;

2. dimensão

– máximo de 2.000 caracteres com espaços (este número caracteres foi definido em função do feedback da comunidade do blogue)

– caso exceda, há a possibilidade de submeter em PDF a globalidade do artigo.

3. outras sugestões editoriais

  • o título do artigo deverá ter carácter interrogativo (fazer as perguntas certas);
  • formular um breve sumário (abstract) que será usado como destaque do post no blogue; (o leitor só acederá ao post completo se valorizar este sumário)
  • os artigos propostos deverão ter carácter neutro e factual como incentivo da leitura;
  • para estímulo do leitor deverá apontar referências de suporte, sob forma de link para outra página na internet (sites, portais); livros; revistas; tv; rádio; webtv; podcast; etc.

4. submissão

O processo de publicação de artigos obedece a 3 passos fundamentais, a saber:
  • Registo como assinante na autoridade;
  • Solicitar a actualização manual de estatuto para colaborador da autoridade para editorial@autoridadedainovacao.lu;
  • Colocação de proposta de artigo para publicação. Uma vez finalizado este ponto, e para agilizar o processo, deverá enviar um email para editorial@autoridadedainovacao.lu de forma ao mesmo ser revisto e aprovado para publicação;
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One Response to contribua

  1. Inovação pela participação
    Abstract
    Se bem que menos espectacular que a inovação derivada de uma boa ideia, geralmente associada a um produto ou serviço original, com sucesso no mercado, a inovação que é conseguida mediante o empenhamento voluntário de colaboradores em projectos de melhoria interna, pode ser susceptível de nos espantar.

    Assim, aconteceu com uma IPSS de dimensão considerável, que aceitou uma intervenção da Apgico (www.apgico.pt) e rapidamente se tornou independente da consultadoria, ao assumir uma dinâmica própria, que dispensou métodos sofisticados e formações complexas. E isso é tanto mais surpreendente quanto, à partida, a instituição reunia várias condicionantes susceptíveis de comprometer qualquer mudança, como seja a dependência que a gestão operacional tinha da decisão colegial dos corpos directivos (que só reúnem esporadicamente mas que disso fazem depender qualquer acção que envolva questões financeiras); ou a existência de uma gestão bicéfala (operacional e administrativa), dado o facto da chefia de topo se escusar a assumir o papel unificador. Isto para não falar da ausência de uma estratégia partilhada de funcionamento e orientação para o futuro.
    Pois, apesar desta aparente “falta de gestão” que, aliás, é comum em muitas IPSS, organizações do Estado ou mesmo empresas, a vontade expressa de um pequeno grupo, actuando em conjunto com a gestão, conseguiu, a pouco e pouco, ir ampliando os projectos que se desenharam à volta do objectivo genérico de “orientação para o cliente” para, ao fim de pouco mais de meio ano, apresentar resultados que se podem considerar impressionantes. Assim foi que, a partir de um desenho estruturante inicial, feito em conjunto com a Apgico, a instituição desenvolveu ferramentas complexas como manuais de acolhimento, vídeos institucionais, plantas de arquitectura e orçamentos de obra, em conjunto com festas de comemoração e outros eventos dedicados aos “clientes” (crianças e idosos). Numa percentagem que ultrapassou os 50% dos funcionários, conseguiram conciliar esforços de equipas interdisciplinares e ajudas externas, numa matriz coordenada com a organização formal, cuja eficácia espantou os próprios.
    É, realmente, uma surpresa permanente ver como empregados com funções aparentemente simples, desenvolvem tarefas de complexidade superior, muitas vezes sem qualquer relação com as suas habilitações e funções e, sobretudo, assumem uma postura de responsabilidade, entrega e mesmo de liderança, simplesmente porque lhes foi dada a importância merecida.

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